Comic-Con

Posted by Adell On 06:19 0 comentários

está rolando nos estados unidos a maior feira de hqs e cultura pop da América, senão do mundo, a comic-con.
o interessante disso tudo, é que quando eu era criança e nem faz tanto tempo assim, hqs ( ou quadrinhos) eram exatamente o oposto de ser pop. dizer pra alguém que eu curtia hqs era o mesmo que estampar na testa que eu era um nerd, ou melhor, um bobão bitolado que gostava de historinhas pra crianças.
quem pensava, ou pensa assim é por que nunca leu Dark Knight, ou From Hell.
se hoje o publico pode curtir um filme do spider man e achar o máximo, ou acompanhar Tom hanks mandando bala em Paulo Newman em A estrada para a perdição, tambem nem imagina que estas histórias foram retiradas de hqs, aliás, a nova roupagem dos filmes atuais vem diretamente dos quadrinhos. ou você acha mesmo que os diretores de matrix é quem bolaram o lance do bullet time? ( só pra explicar: bullet time é quando os agentes atiram no Neo e ele desvia das balas enquanto você vê elas passando bem devagarinho).
e mais, quando o Hugh Jackman aparece na telona, ou na telinha, a mulherada suspira, mas o engraçãdo é que ele só leva bota nos quadrinhos e tem mão podre pra mulher, à saber: a primeira mulher dele, a raposa prateada, foi morta pelo dentes de sabre, ( ou não, pq nos quadrinhos ela reaparece por um bom tempo), a segunda, chamada Mariko era chefe de um clan yakuza e foi envenenada, morrendo nos braços e pelas garras do seu amado, (num lance de golpe de misericordia), e a mais famosa, Jean grey, alem de ser casada, virou uma entidade cósmica e queria por que queria acabar com a terra, resultado, morreu.
hoje, ao ter passado todos esses anos lendo e colecionando hqs, pelo menos hoje, eu sou pop. pelo menos até domingo.

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contradições

Posted by Adell On 20:33 0 comentários

"não dá pra agradar a gregos e troianos", já diz o ditado.
mas, as vezes e só as vezes, mudamos algo para agradar alguém. seja o chefe, o amigo, ou a pessoa amada, vez ou outra fazemos de outro jeito que não o que a gente quer.
tudo bem, isso é normal, entretanto, dependendo do andar da carruagem, o papel começa a tomar conta da ator e este se perde numa personalidade artificial, que cedo ou tarde se esvai, deixando a sensação de que o ator, e não o personagem nunca foi real.
é uma inversão. o ator é real e não o seu personagem. contudo é exatamente o contrário disso que acontece.
aí temos a contradição.
todos, ao amarmos buscamos ser tudo o que nossa cara metade precisa. mas se deixarmos que essa vontade de ser tudo tome conta da nossa personalidade, perderemos a razão e a essência do amor que tanto desejamos viver.
depois digo mais a respeito.

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antes de mais nada, quero que entendam que o demonio ao qual me refiro aqui não é o "demônio" cristão, aquele com chifre e rabo, que fede enxofre e coisa e tal.
o demônio ao qual me refiro é um ser que é gerado dentro do ser humano e nasce de um sentimento ruim, seja ele ódio, mágoa ou tristeza. assim como nasce, ele também se alimenta desses sentimentos. sabe aquela voz que voce ouve sussurrar no seu subconsciente e que tem o poder de fazer o seu dia escurescer, o calor sumir do seu corpo e toda alegria que voce estava sentindo sumir? então é ele.
 o nascimento dele é simples, ocorre de maneira sutil e quase ninguém nota.
ele nasce de uma dúvida, e, toda dúvida nasce como um sussurro.
mas não é uma duvida qualquer. é uma duvida sobre algo que voce realmente ama. por isso tem o poder de gerar vida. pobre é aquele (ou aquela) que vive sobre o peso de uma dúvida assim, por que vive numa prisão sem muros e mesmo livre, está acorrentado. sua cela é a sua alma e essa não tem fim.
entao, se estar num lugar assim já é um inferno, imagine tendo alguém que te conhece como ninguem, sabe de tudo sobre você e que nunca te deixa esquecer do motivo de você estar preso ali. esse carcereiro é um demonio interno, fruto de um sentimento negativo alimentado por cada segundo de dúvida. ele  fica lá, em silêncio, aguardando o momento de te fazer sofrer. mas como nasce de nossos medos, também pode morrer sob nossas mãos.
qualquer hora falo mais sobre isso.

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Hein??