"não dá pra agradar a gregos e troianos", já diz o ditado.
mas, as vezes e só as vezes, mudamos algo para agradar alguém. seja o chefe, o amigo, ou a pessoa amada, vez ou outra fazemos de outro jeito que não o que a gente quer.
tudo bem, isso é normal, entretanto, dependendo do andar da carruagem, o papel começa a tomar conta da ator e este se perde numa personalidade artificial, que cedo ou tarde se esvai, deixando a sensação de que o ator, e não o personagem nunca foi real.
é uma inversão. o ator é real e não o seu personagem. contudo é exatamente o contrário disso que acontece.
aí temos a contradição.
todos, ao amarmos buscamos ser tudo o que nossa cara metade precisa. mas se deixarmos que essa vontade de ser tudo tome conta da nossa personalidade, perderemos a razão e a essência do amor que tanto desejamos viver.
depois digo mais a respeito.
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